Feliz Ano Novo!



Feliz Ano Novo
 Vai-se o Ano Velho!  Chega o Ano Novo!
E como fala a canção:
Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo...muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender!

Saúde – Nenhuma doença para  nos surpreender, tampouco um acidente que empurre a gente pra uma temporada numa cama de hospital.
Porém, garantir saúde envolve um preço alto. Alimentação saudável, exercícios regulares, equilíbrio entre trabalho e lazer, entre vida apressada e repouso.
Conservar a saúde não se faz com mágica, e sim com disciplina.
Portanto, prevenir com cuidados simples e rotineiros é bem mais eficiente do que ir atrás depois que a falta dela se instala.

Dinheiro –  Já é  mais difícil de desejar. 2017 ainda será de crise, portanto, melhor pedir cautela e paciência neste quesito. E moderação. Dias melhores, com fé  e alguma habilidade, virão em 2018. Confie.

Felicidade -  O que é mesmo esta palavra tão abstrata, cheia das melhores intenções e vazia de significado?
Também é o que todo mundo deseja, para si e para todos os amigos e familiares. Mesmo sem um entendimento completo do que seja.
É algo bem mais complexo, uma vez que não dá pra prevenir como se faz com a saúde.
Algumas coisas podem fazer a gente feliz, nem que seja por momentos fugazes. Outras garantirão dias e talvez meses de euforia. Veja a complexidade da tal de felicidade. Há parâmetros, critérios, valores pessoais principalmente, em questão. E ela precisa ser vivenciada no interior do sujeito, absorvida com garra, pra valer.
Se a coisa não encontra sintonia no lado de dentro, a felicidade não se faz.

Então,  seja lá  o que for – dinheiro, propriedades, viagens, amores,  e até mesmo saúde – que deixe de causar aquela sensação atemporal e indefinida – de completude, de euforia, de afeto, de entendimento, de liberdade e por aí afora – será oportuna talvez, porém passageira. E o que se quer é que tais sentimentos perdurem pelo ano afora. Não só na virada, mas principalmente, na jornada.

Vou desejar “saúde e felicidade” a todos aqueles que amo, e quero, eu também, compartilhar desta bendita dádiva.
E que o ano novo nos traga  algum retorno em nossos empreendimentos, que sempre serão
bem-vindos.
Mas disso tudo, guardemos no coração, a cada dia do ano, o que nos é mais caro – os momentos vividos, os abraços, as intenções, as promessas, as presenças e também as ausências necessárias, os sorrisos e as lágrimas, a fé, a esperança, o desprendimento e o amor.

Caso os primeiros nos faltarem durante o transcorrer do novo ano, os últimos, com certeza, garantirão o equilíbrio da balança.
E isto é a minha e a sua felicidade.

FELIZ ANO NOVO! FELIZ 2017


Literatura Infantil para Adversidade


Literatura Infantil para a Adversidade é o Curso de Extensão que acabo de concluir na UFRGS.
Um curso direcionado à acessibilidade e inclusão de crianças deficientes visuais ou de baixa visão com elaboração de livros infantis.
O método Braille acompanha  a escrita convencional. Porém, as ilustrações trabalham com textura, sons e cheiros visando a leitura por qualquer criança, inclusive a criança cega, com apelo para os sentidos da visão, olfato e audição.
Como um livro de artista, trata-se de um livro único, sem impressão e feito artesanalmente. Uma criação trabalhosa e ao mesmo tempo muito enriquecedora e feliz frente à adversidade do público leitor a que se destina em especial.
Amei realizar a feitura de dois livros, trabalhando em aula de ilustração com a escolha de materiais, recortes e colagens.
Posto aqui a capa de "A ESCOLHA DE CAMILA", uma história com quatro irmãozinhos e  seus quatro animaizinhos de estimação, que provocam uma mudança justo pela escolha tardia da Camila. E " O MUNDO DO BEBÊ", uma passagem página por página, do mundo pequenino dos bebês e suas preferências.









Um pequeno trecho de O Legado

Gostou do que leu?
Quer saber como termina este conto?
Clica na capa do livro à direita e entre em contato para adquirir.

"Mas era um alívio para todos nós, quando ele reaparecia. A turma percebia a magreza, a pele escamada, e ainda uma que outra cicatriz no corpo. Mas era de novo o Sete, o companheirão de todos, que nos ensinava novas armadilhas para atrair pássaros e abatê-los sem piedade. E nos olhava com os mesmos olhos de um verde cada vez mais cinza, como se quisesse prender nossa lealdade e confirmar domínio sobre cada um, apenas com aqueles olhos penetrantes."

Trecho do livro "O Legado - as fantásticas histórias de J. Corellon", que estarei lançando amanhã, dia 12/11  na 62ª Feira do Livro de POA, às 20 horas no Pavilhão de Autógrafos.

Exposição Minicontos e Imagens da Confraria Reinações em Gravataí


   No dia 05 de outubro, a Confraria Reinações faz a 4ª apresentação da Exposição Minicontos e Imagens, da qual sou curadora,  em espaços culturais.
  Desta vez, a Exposição acontece na Feira do Livro de Gravatai, com palestra e sessão de autógrafos.




Exposição 130 anos de Tarsila do Amaral


A Confraria de Arte Postal Selus inaugura nesta quinta-feira, dia 1º de setembro, sua exposição de arte postal.
Compareço com 3 trabalhos em homenagem à artista:









"O Legado – as fantásticas histórias de J. Corellon", acaba de sair pela Editora Metamorfose


O livro faz referência ao anterior “O quadro na parede”.  Na linha do terror, os sete contos da obra constituem o legado –  histórias fantásticas deixadas pelo protagonista J. Corellon para serem publicadas pela Alice de “ O quadro na parede”, que ao longo da leitura revela um personagem tão cativante quanto estranho. 
Um livro que pretende aproximar o leitor das suas incertezas, ao acompanhar a trajetória do velho seu Jorge, com uma história  menos incomum do que possa parecer.



Para os leitores, um trecho do conto " Vocês não são bem-vindos"

Na estradinha que ia dar na cidade, encontraram uma construção meio em ruínas. Era quase inteiramente coberta pelas árvores e ficava próxima a um charco imundo. A luz estava acesa e a porta encostada. No alto da porta, uma tabuleta pendurada informava: “Entre sem bater.” O sujeito que os atendeu olhou um a um com a cara mais amarrada do mundo. Depois falou  que só tinha um dormitório grande no final do corredor, que os demais estavam ocupados. Teriam que ficar todos juntos. O quarto tinha uma cama de casal e outras duas de solteiro e um beliche. Ficariam bem acomodados.
         Os garotos ligaram o rádio e voltaram às algazarras de antes. O primo do Vicente subiu no beliche e começou a cantarolar uma música sacra que ninguém conhecia. Vicente pegou do travesseiro e atirou no primo que já ia revidar quando ouviram batidas na porta. Era o homem da entrada pedindo silêncio em respeito aos demais hóspedes. Recebeu como resposta um palavrão e o bater da porta na cara. Desconfiados, dois o seguiram sem serem vistos. Constataram que não havia nenhum outro hóspede, além deles. Velhaco mentiroso, eles desafiaram o porteiro, ao retornarem. 

Rio de Janeiro

                                                                                           Rio de Janeiro “O vento beijando teu rosto, o m...