Caro Escritor
A Ativista Cultural Rosane Bastos (*) está organizando uma coletânea artística em homenagem à Sra.
Eva Sopher
Diretora do Theatro São Pedro
denominada “Arte da Alma”, que reunirá em um livro as obras de escritores (poesias, contos, crônicas, ensaios), compositores e artistas plásticos que quiserem dela participar, constituindo-se assim uma antologia diferenciada.
Ficaremos muito honrados em contar com seu talento abrilhantando esta mais do que merecida homenagem.
O valor do investimento para participar da obra é de R$ 70,00 por página de textos utilizada e R$ 95,00 por página com gravuras dos artistas plásticos, dando direito a 3 exemplares do livro por página adquirida. Terá também o autor o direito de participar de uma sessão coletiva de autógrafos na Feira do Livro de Porto Alegre.
Para esclarecimentos adicionais, favor contatar a Rosane pelos telefones nº (51)84444322/98911148 ou pelo e-mail rosanebastos17@hotmail.com.
Os trabalhos deverão estar em poder da Rosane até o dia 30 de abril do corrente.
Agradecemos pela atenção e contamos com sua honrosa participação.
Saudações
Editora Alternativa Ltda.
Milton J. Pantaleão
(*) Rosane é jornalista, escritora, ativista cultural e organizadora de diversas coletâneas literárias; foi responsável durante 4 anos por um caderno no Jornal RSLetras denominado Artesul.
Aqui os leitores do blog poderão compartilhar com a literatura em paralelo às artes visuais. Textos, imagens, ilustrações, vídeos e experiências no campo da literatura e das artes em geral. Sintam-se à vontade para deixar perguntas e comentários. Toda apreciação será bem-vinda.
Mania de gavetas - livro em andamento

Escrever um livro é sempre aventurar-se a voos fantásticos, plenos de incógnitas e imprecisões, isentos de traçados rígidos e conclusivos. Uma aventura que necessariamente envolve um processo, um andar meticuloso ou acidentado, ou ainda delirante. Para cada escritor um caminhar diferente, contudo um processo em desenvolvimento.
Pois foi ao criar a personagem Caroline, a Carol de Mania de Gavetas – novo livro infanto-juvenil em processo – que me dei conta que também criava uma personagem em processo. Porque Carol não me veio pronta, como em outros livros infantis. Ela é uma garota em sua fase de pré-adolescência, que aos poucos ganha forma, uma vez que busca algo que não sabe o que é, e a cada enfrentamento com algo inusitado avança uma etapa e Carol vai se construindo e dando-se a conhecer na visão da criadora, ou da autora da obra.
Pois foi ao criar a personagem Caroline, a Carol de Mania de Gavetas – novo livro infanto-juvenil em processo – que me dei conta que também criava uma personagem em processo. Porque Carol não me veio pronta, como em outros livros infantis. Ela é uma garota em sua fase de pré-adolescência, que aos poucos ganha forma, uma vez que busca algo que não sabe o que é, e a cada enfrentamento com algo inusitado avança uma etapa e Carol vai se construindo e dando-se a conhecer na visão da criadora, ou da autora da obra.
Em Mania de Gavetas, experimento um processo inovador: transporto minha experiência em arte postal para a literatura. Ao criar uma Convocatória de Arte Postal – uma imagem para interferir– , abro possibilidades para artepostalistas e outros artistas interferirem no meu processo de criação, inserindo um ou outro tema no livro, relacionado a aspectos resultantes da interferência e que possam me surpreender, da mesma forma como surpreenderiam a personagem Carol. Em se tratando de processo de criação de narrativa representada por texto/imagem, considero uma experiência divertida e excitante.
A Convocatória de Arte Postal é um convite a artistas em geral.
Convocatória de arte postal
Imagem para interferir – Mania de gavetas
O que você guarda naquela gaveta especial?
Técnica: livre
Tamanho: A4
Exposição paralela ao lançamento do livro
Mania de gavetas - 2010
Interferir e enviar até 30 de março de 2010 para:
jamafag@terra.com.br
Jacira Fagundes
Escritora
http://www.jacirafagundes.com/
Imagem para interferir – Mania de gavetas
O que você guarda naquela gaveta especial?
Técnica: livre
Tamanho: A4
Exposição paralela ao lançamento do livro
Mania de gavetas - 2010
Interferir e enviar até 30 de março de 2010 para:
jamafag@terra.com.br
Jacira Fagundes
Escritora
http://www.jacirafagundes.com/
Amigos Secretos
São muitas as razões que fizeram da época natalina um tempo de expiação. Mas a idolatria pelas coisas materiais e a falta de grana, sem dúvida, desbancam qualquer outra razão que se possa apontar.
Porém, uma luz surge no fim do túnel para resolver o impasse da obrigação de se presentear a todos os familiares e a todos os amigos e colegas, de escola, da academia, do trabalho, da aula de judô, do coral, dos torneios de fim de semana, das rodadas de cerveja, e por aí vai. É uma luz que pretende ser divertida revelando uma brincadeira para gente grande: “o amigo secreto”. O problema é que gente grande leva a questão do presente muito a sério e nem sempre gente grande sabe brincar. Senão vejamos:
Nem sempre o “amigo secreto” é “o amigo”, aquele, daquela forma de amizade nossa velha conhecida mas jamais ultrapassada.
Se o amigo secreto é um velho amigo, ele não segura o contentamento e passa a dar pistas descaradas para o outro, e o que era para ser secreto passa à revelação pública e bem antes da hora.
Pior é a escolha do presente. Se o amigo secreto está no primeiro caso – o do amigo que não é o amigo – então, coitado do presenteado. Mas o amigão pra valer do amigo secreto que é amigo, também enfrenta uma barra: como conjugar o presente desejado e até merecido, com o mirrado valor do presente combinado?
Há histórias tristes de presentes que ficaram tão secretos que nunca chegaram às mãos do candidato a presenteado. Ou de objetos mal amados que surgiram das sombras e se transformaram, do dia para a noite (geralmente a troca de presentes dá-se em jantares), em desajeitados presentes de última hora. Uma lástima que seus tempos de glória sejam curtos. Logo, logo, eles passarão a habitar fundos de armários, e, com sorte, serão lembrados no próximo Natal. Passando das mãos de um amigo para outro amigo, e para outro, sucessivamente até chegar, por azar, ao primeiro amigo que deu início à corrente. Este, ao reconhecê-lo, dará um fim à trajetória infeliz, arremessando com fúria o objeto indesejado na lixeira para juntar-se a resíduos nada recomendáveis.
E o que era brincadeirinha pra gente grande ficar feliz vira disputa entre quase desafetos.
Resta erguer a taça de espumante e gritar em coro com cara de contente: Feliz Natal!!!!!
Porém, uma luz surge no fim do túnel para resolver o impasse da obrigação de se presentear a todos os familiares e a todos os amigos e colegas, de escola, da academia, do trabalho, da aula de judô, do coral, dos torneios de fim de semana, das rodadas de cerveja, e por aí vai. É uma luz que pretende ser divertida revelando uma brincadeira para gente grande: “o amigo secreto”. O problema é que gente grande leva a questão do presente muito a sério e nem sempre gente grande sabe brincar. Senão vejamos:
Nem sempre o “amigo secreto” é “o amigo”, aquele, daquela forma de amizade nossa velha conhecida mas jamais ultrapassada.
Se o amigo secreto é um velho amigo, ele não segura o contentamento e passa a dar pistas descaradas para o outro, e o que era para ser secreto passa à revelação pública e bem antes da hora.
Pior é a escolha do presente. Se o amigo secreto está no primeiro caso – o do amigo que não é o amigo – então, coitado do presenteado. Mas o amigão pra valer do amigo secreto que é amigo, também enfrenta uma barra: como conjugar o presente desejado e até merecido, com o mirrado valor do presente combinado?
Há histórias tristes de presentes que ficaram tão secretos que nunca chegaram às mãos do candidato a presenteado. Ou de objetos mal amados que surgiram das sombras e se transformaram, do dia para a noite (geralmente a troca de presentes dá-se em jantares), em desajeitados presentes de última hora. Uma lástima que seus tempos de glória sejam curtos. Logo, logo, eles passarão a habitar fundos de armários, e, com sorte, serão lembrados no próximo Natal. Passando das mãos de um amigo para outro amigo, e para outro, sucessivamente até chegar, por azar, ao primeiro amigo que deu início à corrente. Este, ao reconhecê-lo, dará um fim à trajetória infeliz, arremessando com fúria o objeto indesejado na lixeira para juntar-se a resíduos nada recomendáveis.
E o que era brincadeirinha pra gente grande ficar feliz vira disputa entre quase desafetos.
Resta erguer a taça de espumante e gritar em coro com cara de contente: Feliz Natal!!!!!
O Menino e o bom velhinho
Aquela era a primeira vez que encaravam a proximidade; estavam os dois, assim, frente a frente.
Nos anos anteriores, a decoração do shopping abrangera vários espaços temáticos. Mas desta vez o pessoal responsável optara por um espaço único, uma praça surpreendente onde cabia todo o encantamento de uma Noite de Natal.
O primeiro a falar fora o velhinho, num raro momento de descanso entre uma foto e outra. O Menino talvez ainda dormisse, mas aquela voz rouca interrompeu seu despretencioso sono de criança.
- Como você é bonitinho, face rosada, este rostinho cheio. Fica aí todo tempo deitado nesta caminha dura, sem um colchãozinho decente, você não cansa, não lhe doem as costas?
- Estou acostumado e, além do mais, sou pequenino, não tenho cansaço pra carregar. Você, sim, tão velhinho, aí sentado o dia inteiro, sempre posando pra foto. Não queria estar no seu lugar.
- Não queria mesmo? Duvido. Percebeu como o povo todo me rodeia, como as crianças me adoram, fazem questão de tirar foto comigo. Você está é com ciúme.
- Não é bem ciúme... me botaram aqui no mesmo dia em que armaram esta sua cadeira enorme na minha frente. Eu fiquei imaginando que só poderia ser para alguém muito importante – um trono. Só não sabia que era gente de tanto conhecimento, uma celebridade com tantas visitas para receber e conversar. E ainda rodeado de crianças. Elas só querem saber de você, nem se aproximam para me olhar, eu fico muito triste com esta indiferença de parte das crianças, principalmente.
- Pois deve ser triste mesmo, indiferença corrói a alma da gente. Mas aqui no shopping é tudo uma concorrência danada, pode até ser injusta, mas competição é competição. O povo compete pelos presentes, as lojas competem pelos clientes, a criançada compete pelos brinquedos. Você nem imagina os pedidos dos pequenos, são de arrebentar qualquer bolso, e principalmente a bolsa, ainda mais com esta crise. E você aí neste ostracismo, deitado nesta mangedourazinha, não faz nada pra resgatar sua importância, que sei, é bem maior que a minha, meu caro Menino.
- Tenho consciência disso. Mas as crianças não têm culpa. Sou capaz de apostar que nem meu nome elas sabem.
- Será? Mas você sabe quem sou eu.
- Claro que sei. Há meses que nesta terra só se fala em você. Jornais, outdoors, propagandas na TV, na Internet, em toda parte só dá você. Aliás, a gente está aqui conversando e eu nem sei se você é o verdadeiro ou uma das tantas imitações que andam por aí. Tem roupa sua por toda parte, qualquer um faz uma réplica barata, inventa barriga, cola uma barba horrorosa na cara, fica destilando dentro desta roupa incômoda e sai por aí. Olha, sem querer lhe desprestigiar, outro dia escutei que tem até bandido aproveitando a ocasião e se fazendo passar por você. Pelo menos disso eu estou livre.
- Lá isto é verdade. E vocêzinho aí vai ficar nesta plenitude, esperando que o povo se dê conta que é seu aniversário que está pra chegar? Esta gente é muito cara de pau, fica exigindo presente no seu lugar, uns aproveitadores é o que são. E o comércio bate palmas e enche o caixa. Sabe do que mais? Mexa-se. Ponha a boca no trombone, chame os seus amigos anjinhos, eles sabem tocar aqueles clarinetes com perfeição, podem convocar um pessoal pra sua festa onde você é que é o aniversariante e o homenageado.
- Vou lhe contar um segredo. Eles mais preferem me ver morto do que vivo.
- Cruz credo! Que pecado, uma coisinha linda igual você.
- Não, não é bem assim. Sabe a sexta-feira da Paixão? É quando o povo enche as igrejas só para olhar meus pés e mãos furados de prego. E a coroa de espinhos na minha cabeça. Aí eles gostam, se sentem condoídos, fazem orações, alguns até choram. É a culpa, porque não me acompanharam desde pequenino como agora.
- É, vá entender. Opa, opa! Vamos ter que encerrar nosso assunto, Amiguinho. Vem vindo um bando de crianças, todas portando máquinas digitais, coisa bem chata. Até mais tarde.
- Antes, posso lhe pedir um favor, unzinho só?
- Você manda, meu Menino.
- Eu queria que, se fosse possível, você levantasse do seu trono e passasse aqui pro meu lado e pedisse que o fotógrafo do shopping batesse uma foto sua e das crianças, comigo junto. Depois que todos se forem você me mostra. Combinado?
- Combinado.
- Ah, você é mesmo o verdadeiro e bom velhinho, Papai Noel. Vai ser meu presente de Natal. Obrigado!
Nos anos anteriores, a decoração do shopping abrangera vários espaços temáticos. Mas desta vez o pessoal responsável optara por um espaço único, uma praça surpreendente onde cabia todo o encantamento de uma Noite de Natal.
O primeiro a falar fora o velhinho, num raro momento de descanso entre uma foto e outra. O Menino talvez ainda dormisse, mas aquela voz rouca interrompeu seu despretencioso sono de criança.
- Como você é bonitinho, face rosada, este rostinho cheio. Fica aí todo tempo deitado nesta caminha dura, sem um colchãozinho decente, você não cansa, não lhe doem as costas?
- Estou acostumado e, além do mais, sou pequenino, não tenho cansaço pra carregar. Você, sim, tão velhinho, aí sentado o dia inteiro, sempre posando pra foto. Não queria estar no seu lugar.
- Não queria mesmo? Duvido. Percebeu como o povo todo me rodeia, como as crianças me adoram, fazem questão de tirar foto comigo. Você está é com ciúme.
- Não é bem ciúme... me botaram aqui no mesmo dia em que armaram esta sua cadeira enorme na minha frente. Eu fiquei imaginando que só poderia ser para alguém muito importante – um trono. Só não sabia que era gente de tanto conhecimento, uma celebridade com tantas visitas para receber e conversar. E ainda rodeado de crianças. Elas só querem saber de você, nem se aproximam para me olhar, eu fico muito triste com esta indiferença de parte das crianças, principalmente.
- Pois deve ser triste mesmo, indiferença corrói a alma da gente. Mas aqui no shopping é tudo uma concorrência danada, pode até ser injusta, mas competição é competição. O povo compete pelos presentes, as lojas competem pelos clientes, a criançada compete pelos brinquedos. Você nem imagina os pedidos dos pequenos, são de arrebentar qualquer bolso, e principalmente a bolsa, ainda mais com esta crise. E você aí neste ostracismo, deitado nesta mangedourazinha, não faz nada pra resgatar sua importância, que sei, é bem maior que a minha, meu caro Menino.
- Tenho consciência disso. Mas as crianças não têm culpa. Sou capaz de apostar que nem meu nome elas sabem.
- Será? Mas você sabe quem sou eu.
- Claro que sei. Há meses que nesta terra só se fala em você. Jornais, outdoors, propagandas na TV, na Internet, em toda parte só dá você. Aliás, a gente está aqui conversando e eu nem sei se você é o verdadeiro ou uma das tantas imitações que andam por aí. Tem roupa sua por toda parte, qualquer um faz uma réplica barata, inventa barriga, cola uma barba horrorosa na cara, fica destilando dentro desta roupa incômoda e sai por aí. Olha, sem querer lhe desprestigiar, outro dia escutei que tem até bandido aproveitando a ocasião e se fazendo passar por você. Pelo menos disso eu estou livre.
- Lá isto é verdade. E vocêzinho aí vai ficar nesta plenitude, esperando que o povo se dê conta que é seu aniversário que está pra chegar? Esta gente é muito cara de pau, fica exigindo presente no seu lugar, uns aproveitadores é o que são. E o comércio bate palmas e enche o caixa. Sabe do que mais? Mexa-se. Ponha a boca no trombone, chame os seus amigos anjinhos, eles sabem tocar aqueles clarinetes com perfeição, podem convocar um pessoal pra sua festa onde você é que é o aniversariante e o homenageado.
- Vou lhe contar um segredo. Eles mais preferem me ver morto do que vivo.
- Cruz credo! Que pecado, uma coisinha linda igual você.
- Não, não é bem assim. Sabe a sexta-feira da Paixão? É quando o povo enche as igrejas só para olhar meus pés e mãos furados de prego. E a coroa de espinhos na minha cabeça. Aí eles gostam, se sentem condoídos, fazem orações, alguns até choram. É a culpa, porque não me acompanharam desde pequenino como agora.
- É, vá entender. Opa, opa! Vamos ter que encerrar nosso assunto, Amiguinho. Vem vindo um bando de crianças, todas portando máquinas digitais, coisa bem chata. Até mais tarde.
- Antes, posso lhe pedir um favor, unzinho só?
- Você manda, meu Menino.
- Eu queria que, se fosse possível, você levantasse do seu trono e passasse aqui pro meu lado e pedisse que o fotógrafo do shopping batesse uma foto sua e das crianças, comigo junto. Depois que todos se forem você me mostra. Combinado?
- Combinado.
- Ah, você é mesmo o verdadeiro e bom velhinho, Papai Noel. Vai ser meu presente de Natal. Obrigado!
O I Concurso Menino do Livro anuncia os vencedores
Ilustração de Lucas Alves CardosoIdade: 9 anos
O vale dos meninos perdidos
Idade: 14 anos
Um dia de chuva
O I Concurso Menino do Livro, de autoria de Jacira Fagundes, foi criado em setembro do ano em curso e teve as inscrições prorrogadas até 30 de novembro.
Com 21 ilustrações inscritas e postadas no site http://www.jacirafagundes.com/, chega ao seu final e apresenta as ilustrações vencedoras.
O júri formado por 3 ilustradores e 1 escritor/ilustrador indicou as melhores ilustrações em cada categoria.
São vencedores no I Concurso Menino do Livro:
Na categoria de 07 a 10 anos:
Ilustração nº 12, referente ao capítulo O vale dos meninos perdidos.
Autoria de Lucas Alves Cardoso, 9 anos, aluno da 3ª série da EEEF Vicente Neves Caparelli, de Santo Antonio da Patrulha
Na categoria de 11 a 14 anos
Ilustração nº 21, referente ao capítulo Um dia de chuva.
Autoria de Marlon de Brito, 14 anos, aluno da 8ª série da EEEF Carlos Wortmann, do município de Canela.
Parabéns aos criadores das ilustrações vencedoras!
Parabéns a todos os professores que ofereceram suporte desenvolvendo atividades de leitura e ilustração da obra e assessorando seus alunos no envio de material!
Com 21 ilustrações inscritas e postadas no site http://www.jacirafagundes.com/, chega ao seu final e apresenta as ilustrações vencedoras.
O júri formado por 3 ilustradores e 1 escritor/ilustrador indicou as melhores ilustrações em cada categoria.
São vencedores no I Concurso Menino do Livro:
Na categoria de 07 a 10 anos:
Ilustração nº 12, referente ao capítulo O vale dos meninos perdidos.
Autoria de Lucas Alves Cardoso, 9 anos, aluno da 3ª série da EEEF Vicente Neves Caparelli, de Santo Antonio da Patrulha
Na categoria de 11 a 14 anos
Ilustração nº 21, referente ao capítulo Um dia de chuva.
Autoria de Marlon de Brito, 14 anos, aluno da 8ª série da EEEF Carlos Wortmann, do município de Canela.
Parabéns aos criadores das ilustrações vencedoras!
Parabéns a todos os professores que ofereceram suporte desenvolvendo atividades de leitura e ilustração da obra e assessorando seus alunos no envio de material!
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